sexta-feira, 16 de abril de 2021

Conhecendo a origem de alguns objetos


História do barbeador

Ao contrário do que vemos muitas vezes em filmes e ilustrações de livros didáticos, o homem da Pré-história não era barbudo daquele jeito. Na verdade, sabe-se que este aparava sua barba desde o período Neolítico. Historiadores dizem que o mesmo fazia uso de conchas polidas como ferramentas de corte e até mesmo dentes de tubarão eram empregados na tentativa de aparar os pelos. O difícil é imaginar como ficava o rosto depois…

De qualquer forma, é fato que os barbeadores são mais antigos do que se imagina. Depois da Idade dos Metais, quando o homem passou a produzir ferramentas de bronze e cobre, surgiu a navalha, objeto que representou por séculos a principal forma de se barbear. Indícios mostram que egípcios, mesopotâmios, chineses e romanos faziam a barba. Para que a navalha deslizasse de uma forma mais fácil, diversos métodos eram usados: óleo de baleia, azeite, banha ou qualquer outra coisa gordurosa por perto.

Em 1895, ocorreu uma verdadeira revolução no mundo dos barbudos: o caixeiro viajante americano King Camp Gillette criou o barbeador descartável. Gillette teve a ideia de desenvolver um aparelho de barbear de longa durabilidade que utilizasse lâminas descartáveis. O sucesso foi estrondoso: até hoje as lâminas descartáveis de Gillette são as principais formas de se barbear em todo o mundo.



História do batom

Os indícios mais remotos do uso de algo para pigmentar os lábios são encontrados no Antigo Egito, em 5000 a.C. Algum tempo depois, também na civilização dos faraós, foi criada a pigmentação vermelha, obtida a partir do óxido de ferro.
Mas nem sempre usar batom era bem visto pelas pessoas, e até leis proibindo o uso do batom foram criadas!
Na Grécia Antiga, foi criada uma lei que proibia as mulheres de utilizar pigmentações na boca antes do casamento. Muito tempo depois, em 1770, a Inglaterra acabou proibindo de vez tal prática. A explicação era simples: moças que coloriam os lábios tinham um grande poder de enganar os homens! Que loucura!

História da lâmpada

Sem sombra de dúvidas, podemos dizer que as lâmpadas incandescentes foram umas das maiores invenções de toda a história, pois acabaram substituindo os lampiões a gás, os quais eram bastante perigosos, poluentes e apresentavam uma luminosidade relativamente limitada. Além disso, abriu caminho para o desenvolvimento da eletrônica e a criação posterior de outros importantes inventos.
Embora diversos cientistas tenham contribuído para tal descoberta desde o início do século XIX, foi o norte-americano Thomas Edison o criador das lâmpadas.
Depois de testar muitos materiais, Edison passou a usar filamentos de carvão dentro de bulbos de vidro. Esses filamentos aqueciam com a eletricidade e geravam luz.
Mas essa luz era fraquinha, e esses filamentos duravam pouco, mas com o passar do tempo, novos materiais foram sendo testados, e hoje os filamentos são feitos de um material chamado tungstênio.

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Abraço, Prof. Luis Felipe.


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